quarta-feira, 25 de maio de 2011

Visita à APAE de Juazeiro do Norte-CE

A Associação de Pais e Amigos de Excepcionais de Juazeiro do Norte-CE ( APAE),é uma associação que tem o objetivo de construir uma sociedade mais justa e igualitária.
É sabido que em pleno século vinte e um,ainda existe preconceito,discriminação da sociedade com pessoas que têm deficiência-seja ela física ou psíquica,porém,na grande maioria acontece por ignorância,por não conhecer de perto.Ao visitar a APAE,vemos como as crianças são LINDAS, e acima de tudo normais.
Essa não foi minha primeira visita a instituição,já havia passado um dia inteiro com os excepcionais,convivendo com eles o dia-a-dia de todos,entretanto foi na APAE de Brejo Santo-CE,onde resido.
A instituição,consiste de área de lazer,alimentação,fisioterapia,entre outros.Os alunos,na grande maioria não se incomodaram nossa presença e continuaram fazendo suas tarefas,cada qual com um jeito de ser.Uns mais tímidos,outros mais desinibidos,mas todos com sorriso no rosto e isso é muito gratificante.


As artes feitas por eles,chama muito a atenção,pois são todas bem feitas,com cores vivas,cores alegres.A brinquedoteca encanta com a quantidade de brinquedos.
A experiência de visitar a APAE é incrível,a sensação que se sai de lá é inagualável é algo muito bom porque mesmo com deficiência aquelas pessoas são felizes,são otimistas e me fizeram acreditar que não importa o que você seja,qual o seu tamanho,cor,o que realmente importa é Quem você é de bom!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A humanidade está perdendo a batalha contra as superbactérias

A incidência de infecções resistentes a drogas atingiu níveis sem precedentes e supera nossa capacidade atual de combatê-las com as drogas existentes.

 
Segundo pesquisas europeias recentes, a cada ano, mais de 25 mil pessoas morrem na União Europeia em decorrência de infecções de bactérias que driblam até mesmo antibióticos recém-lançados.
Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a situação chegou a um ponto crítico e é necessário um esforço conjunto urgente para produzir novos medicamentos. Sem esse esforço, a humanidade pode ter que enfrentar um “cenário de pesadelo” global, de proliferação de infecções incuráveis.
Um exemplo é a superbactéria NDM-1, que chegou à Grã-Bretanha vinda de Nova Délhi em meados de 2010, trazida por britânicos que fizeram tratamentos médicos na Índia ou no Paquistão.
Em outubro passado, no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou o controle sobre receitas médicas de antibióticos, na tentativa de conter o avanço da superbactéria KPC, que atacou principalmente em hospitais.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Micro RNA



mRNA expression regulation via microRNA and siRNA




Em genética, um miRNA (micro-RNA) é uma forma de RNA de filamento único, que é tipicamente 20-25 nucleotídeos de comprimento, e é pensado para regular a expressão de outros genes. miRNAs são os genes de RNA, que são transcritas do DNA, mas não são traduzidos em proteína. A sequência de DNAque codifica para um gene miRNA é maior que o miRNA. Estaseqüência inclui a seqüência de DNA miRNA e uma reversaaproximada complemento. Quando essa seqüência de DNA é transcrito em uma molécula de RNA de fita simples, a seqüência de miRNA e seu reverso-complementar par de base para formarum loop de hairpin double-stranded RNA, o que forma umaestrutura de miRNA primário (pri-miRNA).
MicroRNAs são transcritos como precursores longo do RNA(pri-miRNAs) que contêm uma estrutura de haste-laço de cerca de 80 bases. Pri-miRNAs são processados ​​no núcleo pela enzimaRNase III Drosha e DGCR8/Pasha, que extirpa a haste-laço para formar o pré-miRNA. Pré-miRNAs são exportados a partir donúcleo de Exportin-5, uma proteína transportadora. No citoplasmaoutra enzima RNase III, Dicer, corta o pré-miRNA para gerar omicroRNA maduro como parte de um duplex RNA curto. O RNA éposteriormente revertidas por uma atividade de helicase e incorporadas a um complexo de RNA induzida silenciamento(RISC)

A maioria dos microRNAs em animais são pensados ​​parafuncionar através da inibição da tradução do mRNA eficaz degenes alvo através de pareamento imperfeito com a região 3'-não traduzida (3'-UTR) do mRNA alvo. No entanto, o mecanismo subjacente é mal compreendido. MicroRNA metas são desconhecidos, mas as estimativas variam de um a centenas degenes-alvo para um microRNA dada, com base em previsões de destino usando uma variedade de bioinformática. Além disso, pelo menos, um microRNA, miR-196, pode decompor um alvo mRNA,HOXB8, como uma siRNA. Esse mecanismo é o preferido paramicroRNAs planta. MicroRNAs também podem desempenhar umpapel na AU-ricos degradação elemento mediada mRNA.Finalmente, os microRNAs podem também desempenhar funçõesno silenciamento gênico transcricional (TGS), que tem sidoobservado em plantas.

Em animais, a enzima nuclear Drosha fende a base do ganchopara formar a pré-miRNA. A molécula pré-miRNA é, então,ativamente transportados para fora do núcleo para o citoplasmapor Exportin 5, uma proteína transportadora. A enzima Dicer cortes de 20-25 nucleotídeos a partir da base do gancho para liberar omiRNA maduro. Nas plantas, o que falta homólogos Drosha,pri-processamento e pre-miRNA pela Dicer provavelmente ocorreno núcleo, e maduro duplex miRNA são exportados para o citosolpor Exportin 5.

A função dos miRNAs parece estar na regulação dos genes. Paraesse efeito, um miRNA é complementar a uma parte de um ou mais RNA mensageiro (mRNA). MiRNAs em animais geralmente são complementares para um site na UTR 3 'Considerando queos miRNAs plantas são geralmente complementares regiões codificadoras de mRNAs. O recozimento do miRNA ao mRNA, em seguida, inibe a tradução de proteínas, mas às vezes facilita aclivagem do mRNA. Isto é pensado para ser o principal modo de ação dos miRNAs planta. Nesses casos, a formação do RNA double-stranded, através da ligação do miRNA desencadeia adegradação do mRNA através de um processo semelhante àinterferência de RNA (RNAi), embora em outros casos, acredita-se que os blocos de miRNA complexo da proteína máquinas de tradução ou impede a tradução de proteínas, sem causar a RNAmpara ser degradado. miRNAs também alvo de metilação dossítios genômicos que correspondem aos mRNAs alvo. miRNAsfuncionar em associação com um complemento de proteínascoletivamente denominados o miRNP.

Estudo mostra que variante genética cria local de ligação de miRNA que influencia traços relacionados à obesidade


Comer mais ácidos graxos poliinsaturados n-3, vulgarmente conhecidos como ácidos graxos ômega 3, pode ajudar portadores de uma variante genética no local do gene perilipin 4 (PLIN4) a perder peso de forma mais eficiente.
Com base nessa observação, pesquisadores da Tufts University, nos Estados Unidos, identificaram um microRNA (miRNA) capaz de elucidar o mecanismo biológico subjacente a essa associação.
Liderados por José M. Ordovas, os pesquisadores genotiparam sete polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs), também conhecido como variantes genéticas, de homens e mulheres de ascendência europeia.
Portadores da variante do gene tenderam a pesar mais e apresentar índice de massa corporal mais elevado, o que aumentaria o risco de se tornarem obesos. No entanto, aqueles com maior consumo de ácido graxo ômega-3 tendem a pesar menos do que aqueles que consumiam pouco ou nenhum ácido graxo ômega 3.
Ordovas acredita que este é o primeiro exemplo de uma variante genética que cria um local de ligação de miRNA que influencia traços relacionados à obesidade através de uma interação dieta-gene.
Embora mais pesquisa ainda seja necessária, os resultados sugerem que a atividade miRNA é um possível alvo para perda de peso baseada em terapias-dietéticas para a obesidade.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Do que são formados os dentes?

Apesar de cada dente se desenvolver como uma estrutura independente e de serem formados tipos dentários morfologicamente diferentes, o processo de desenvolvimento do dente,denominado odontogênese, é basicamente o mesmo.
Os germes dentários que são aglomerações celulares (específicas para a formação dentária), começam a se desenvolver dentro dos maxilares da criança durante a gestação. Essa formação celular que mais tarde dará origem aos dentes começa a se desenvolver a partir do trigésimo sétimo dia de vida intra-uterina.
Estes germes são constituídos de vários tipos celulares, que vão originar tecidos diferentes que irão fazer parte da composição dental. É a partir do quinto mês de vida intra-uterina que inicia-se a calcificação dos dentes decíduos (dentes de leite) e entre o primeiro e segundo ano de vida calcificam-se os dentes permanentes.
Anatomicamente podemos dividir os dentes em coroa e raiz. A raiz é a parte do dente que fica dentro do alvéolo dental (osso). Já a coroa é a parte que nós vemos quando as pessoas falam, etc.
A coroa do nosso dente é formada por 3 tecidos diferentes. O mais externo é o esmalte que reveste o dente, conferindo proteção, rigidez e brilho ao mesmo.
O esmalte é um tecido extremamente duro (o tecido mais duro que existe no corpo humano), e o que confere esta dureza ao mesmo são os 97% de sais inorgânicos que o constituem (fosfato tricálcico, sais de sódio, potássio, carbonato de cálcio, etc). Sendo que os outros 3% são formados por substâncias orgânicas tais quais: água e proteínas.
Se furarmos o dente e penetrarmos no interior do mesmo, depois do esmalte encontraremos a dentina. A dentina é outro tecido que compõe o dente. Também trata-se de um tecido muito duro, formado por 70% de substâncias inorgânicas.
Além de menos dura que o esmalte a dentina apresenta no seu interior vário túbulos os quais são preenchidos por prolongamentos pulpares e líquidos. O que justifica a dor quando temos uma cárie ou outro problema.
Mais internamente vamos encontrar uma câmara preenchida por tecido pulpar (tecido conjuntivo rico em vasos sangüíneo e nervos), tecido este que é responsável pela nutrição do dente, sensibilidade e reparo do mesmo.
Na raiz temos o cemento ao invés do esmalte, o cemento também serve para proteger a raiz e para unir a mesma ao osso,através da inserção que se dá neste cemento de várias microfibras de tecido que são chamadas de ligamento periodontal. O cemento também é formado por tecido mineral e orgânico, no entanto é bem menos duro que o esmalte.